segunda-feira, 30 de maio de 2011

Um poema sem nome...



...Se vai devagar, fazendo pirraça meu peito se espalha.
E não vai querer mais saber de limites,
vai querer comandar teu riso
e se me disser que não sei,
te digo que não sei entender,
e vai devagar tua valsa dançando nos meus olhos,
que é devagar que te beijo,
é devagar que decoro as flores nos teus olhos,
que decoro o amor nos teus lábios...

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