sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Frágil silêncio...


Cai a noite, despenca os sonhos como um piano de emoções que roupe o silêncio e cai na calçada.
Rompe o peito, o último pulsar, a sinfonia única sem ritmo envolvente, mas preferia-lhe que continuasse a bater.
Descansa a nudez das ideias, descansa o torpor do corpo e faz-se de amigo a insanidade.
Varre o medo, expulsa o amor, faz-lhe beijo gelado, nada se move ...








ilustração(Di Lameira)

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