
Eu desenhei nos móveis, riscos e traços, caras e bocas, sorrisos que não calam, verdades insanas...
Eu rabisquei as paredes e trilhei um caminho pra me reencontrar...
Arranquei o assoalho, meu bem, procurando algo seu, um cabelo quem sabe, não encontrei...
Eu chorei lágrimas de pó, secas tal qual nuvens de areia...
Eu escondi a verdade e me dei em corpo a outro amor,amei, devorando sonhos, sutil deslize acreditar que assim me faria um bem...
Eu me lancei, livre, alma pura, e de toda pureza, agora nada resta....
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