
A falta que me faz é como navalha afiada no peito, sangrando memórias, rompendo desejos...
O toque aveludado, manso,suspiros contidos, agora aperto sufocado, retido... O cheiro morno, a pele sedosa, palavra dita, sentimento guardado. Por que perder tempo,com o tempo aprendemos que ele não volta...
O tempo de surpreender-se, de superar-se, nada é valido, o sofrimento é de carne e osso...
foto(Leko Machado)
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